O FC Felgueiras deu continuidade ao bom momento ao vencer a UD Oliveirense por 1-0, no Estádio Municipal Dr. Machado de Matos, num jogo “exigente, físico e longe de ser totalmente controlado”, como sublinhou Gilberto Magalhães na sua análise.
Sem Lucas Duarte, ausente por lesão, Agostinho Bento apostou num sistema em 4-3, com Mário Rivas como referência mais adiantada. Para o comentador, o Felgueiras tentou assumir o controlo através do jogo interior, com Vasco e Berna a terem papel central na construção, embora isso tenha retirado alguma largura ofensiva.
Gilberto Magalhães destacou que, apesar da superioridade no meio-campo e da competitividade nas segundas bolas, o Felgueiras “perdeu mais bolas do que é habitual” e teve dificuldades em ligar o jogo na frente, num encontro marcado por muitos duelos e interrupções.
Na segunda parte, a equipa subiu de rendimento. “Foi mais criteriosa com bola e começou a criar oportunidades”, analisou. O golo surgiu aos 57 minutos, num remate de Vasco desviado por um defesa, num lance que teve “alguma sorte, mas também justiça”.
Nos minutos finais, o Felgueiras soube sofrer. Para Gilberto Magalhães, o destaque vai para Berna, autor de “uma exibição muito completa, inteligente e fundamental para o equilíbrio da equipa”.
“Não foi um jogo perfeito”, concluiu, “mas foi uma vitória importante, que mostra evolução, maturidade e capacidade de sofrer”.
A análise de Gilberto Magalhães também disponível nas várias plataformas de podcast – basta procurar por Felgueiras Magazine.