O FC Felgueiras empatou a zero no terreno do Portimonense, em jogo da 16.ª jornada da Liga Portugal 2 Meu Super, num encontro marcado pela intensidade, pelos duelos constantes e pela escassez de futebol jogado.
Na análise ao jogo, Gilberto Magalhães destacou a aposta na continuidade por parte de Agostinho Bento, com o Felgueiras a repetir o onze e a estrutura que havia dado bons resultados frente à Oliveirense. “Desde cedo percebeu-se que ia ser um jogo muito competitivo no meio-campo, com pouco espaço para jogar”, sublinhou.
Aos 16 minutos surgiu a melhor oportunidade do Felgueiras, numa boa combinação entre Mário Rivas e Gabi, travada por uma grande defesa do guarda-redes do Portimonense, que viria a ser decisivo ao longo da partida. O jogo tornou-se progressivamente mais partido, com muitos erros de passe, faltas sucessivas e pouca fluidez.
Na segunda parte, o Felgueiras entrou melhor, teve mais bola e instalou-se com maior frequência no meio-campo ofensivo, mas voltou a faltar critério no último terço. Para Gilberto Magalhães, “o empate acaba por ser justo, mas fica a sensação clara de que o Felgueiras podia ter feito mais”, sobretudo pela forma como concedeu bolas paradas a um adversário forte nesse capítulo.
“O guarda-redes do Portimonense foi o homem do jogo”, concluiu, reforçando que o Felgueiras “continua a mostrar consistência, é difícil de bater e está cada vez mais próximo de outros patamares”.
Análise de Gilberto Magalhães também disponível nas várias plataformas de podcast – procura por Felgueiras Magazine.