O FC Felgueiras garantiu este sábado a manutenção na Liga Portugal 2 Meu Super, após empatar 1-1 frente ao Portimonense, num encontro de enorme tensão emocional disputado no Estádio Dr. Machado de Matos.
Na análise pós-jogo, Gilberto Magalhães destacou a maturidade competitiva da equipa de Rui Ferreira, sublinhando uma identidade muito clara nesta reta final da temporada: “bloco baixo, organização defensiva, conforto sem bola e agressividade nas transições ofensivas”.
O Felgueiras entrou forte e chegou cedo à vantagem. Aos 11 minutos, Tiago Parente recuperou a bola em pressão alta e assistiu Gabi Pereira, que colocou um cruzamento perfeito para Lucas Duarte inaugurar o marcador de cabeça. Um golo que acabou por ser decisivo nas contas da permanência.
Apesar de o Portimonense assumir mais posse, o Felgueiras continuou confortável no jogo e chegou mesmo ao segundo golo, por Mário Rivas, entretanto anulado por fora de jogo milimétrico.
O empate algarvio surgiu ainda antes do intervalo, através de grande penalidade convertida por Welinton Júnior, após falta de Dário.
Na segunda parte, o cenário manteve-se: mais bola para o Portimonense, mas um Felgueiras compacto, concentrado e muito solidário defensivamente. Pasinato voltou a destacar-se com intervenções decisivas, especialmente num livre de Thauan Lara.
O momento mais dramático apareceu já nos descontos, quando o Portimonense marcou o que seria o 2-1. Após intervenção do VAR, o golo foi anulado por falta ofensiva, mantendo intactas as esperanças felgueirenses.
Pouco depois, e já com a confirmação do empate entre Farense e Paços de Ferreira, a festa instalou-se em Felgueiras: a manutenção estava matematicamente garantida.
Para Gilberto Magalhães, “a manutenção acabou por ser conseguida com justiça”, destacando “a capacidade de sofrimento, a união do grupo e a forma como a equipa soube competir nos momentos decisivos da época”.
A análise completa de Gilberto Magalhães está disponível nas várias plataformas de podcast – basta procurar por Felgueiras Magazine.