O Município de Felgueiras passou a contar com cobertura total de Unidades Locais de Proteção Civil (ULPC), depois de todas as juntas e uniões de freguesia aderirem ao projeto promovido pela autarquia. Ao todo, o concelho ficou organizado em 11 Unidades Locais de Proteção Civil, destinadas a reforçar a prevenção, a resposta e o apoio às populações em situações de emergência.
Segundo a Câmara Municipal de Felgueiras, estas unidades têm como principais objetivos prevenir riscos coletivos e a ocorrência de acidentes graves ou catástrofes, atenuar os seus efeitos, socorrer e assistir pessoas e outros seres vivos em perigo, proteger bens e valores culturais, ambientais e de interesse público e apoiar a reposição da normalidade da vida das populações afetadas.
Durante a cerimónia simbólica, realizada no passado dia 6 de julho, nos Paços do Concelho, foram entregues às freguesias kits de Proteção Civil compostos por roupa de proteção individual, moto-roçadoras, motosserras, sinais de trânsito e barreiras de proteção.
O Município anunciou ainda que irá disponibilizar um triturador de sobrantes que, em articulação com as freguesias, pretende contribuir para uma gestão mais eficiente dos resíduos resultantes das intervenções no território.
O presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Nuno Fonseca, destacou que “o Regime Jurídico das Autarquias Locais atribui às freguesias a responsabilidade de promover e salvaguardar os interesses próprios das respetivas populações, em articulação com o município, num conjunto de domínios, incluindo a Proteção Civil”.
O autarca acrescentou que “estamos a agir de forma proativa, com o intuito de garantirmos a segurança da população em qualquer ponto do concelho”.
Na mesma intervenção, Nuno Fonseca defendeu que “«Todos somos Proteção Civil» não pode ser apenas um lema, mas, sim, uma atitude!”, sublinhando que o Município está “a colocar em marcha uma resposta que assenta na cooperação, na partilha de responsabilidades, na racionalização de meios e no reforço da capacidade de prevenção, preparação, resposta e recuperação face a riscos não apenas ambientais, como também sociais e tecnológicos”.