fbpx

Pub

o seu negócio merece uma loja online (2)

Alpinista felgueirense conquista o Mont Blanc e celebra com bandeira de Felgueiras

Conheça a emocionante aventura de Nuno Cunha na escalada ao Mont Blanc, que levou consigo mais do que equipamento de alpinismo: levou a sua identidade felgueirense ao topo da Europa.
Nuno Cunha alpinista

Nuno Cunha, um alpinista de Felgueiras, juntamente com o seu companheiro de escalada, José Trindade, alcançou o cume do Mont Blanc, a montanha mais alta dos Alpes e da União Europeia. Esta conquista não foi apenas uma vitória pessoal, mas também uma homenagem à sua terra natal, Felgueiras. No topo, Nuno “hasteou” a bandeira de Felgueiras, capturando o momento com uma fotografia que certamente ficará para a história.

A expedição teve início no dia 6 de agosto e culminou com a chegada ao cume às 6h02 da manhã do dia 8 de agosto. A rota escolhida pelos alpinistas começou em Bionnassay a uma altitude um pouco acima dos 1000 metros, em direção ao primeiro objetivo: o Refuge du Nid d’Aigle, situado a uma altitude de 2372 metros. “A rota do ponto de partida foi a motivação perfeita, estando repleta de paisagens magníficas. Percorremos densas florestas, atravessamos uma ponte tibetana e caminhamos por vales verdejantes ao lado do glaciar de Bionnassay”, partilha Nuno.

A jornada foi repleta de desafios. A famosa passagem do Grand Couloir, também conhecida como “travessia da morte”, foi um dos pontos mais críticos da escalada. “Essa passagem é um vasto corredor repleto de pedras e gelo, onde as pedras podem desprender-se a qualquer momento. Aqui, os alpinistas atravessam-na o mais rápido possível, num verdadeiro jogo de risco. É uma espécie de roleta russa, onde a agilidade é essencial para a segurança”, explica Nuno Cunha.

Após cruzar o Grand Couloir, deu-se início à maior aresta de parede de toda a subida. Um total de 500 metros de altura separa o início do final dessa etapa. “Durante horas, mantivemo-nos suspensos nas rochas, utilizando cabos de aço nas partes mais adequadas”, contou Nuno Cunha.

Após superarem diversos obstáculos, os alpinistas chegaram ao Refúgio du Goûter, um local marcado pela tensão e condições adversas, situado a 3815 metros de altitude. “É difícil descrever adequadamente este local. Aqui, a tensão é elevadíssima, a higiene é praticamente inexistente. Não há sequer água num simples lavatório para lavar as mãos e o rosto. Homens e mulheres compartilham as mesmas instalações sanitárias e a privacidade é quase inexistente. Tal ambiente que torna a convivência dependente do bom senso dos alpinistas. Resumindo, este ambiente não é para os despreparados”, comenta Nuno, destacando a importância da preparação e do bom senso para enfrentar tais condições.

Uma jornada de superação e orgulho: Nuno Cunha alcança o cume da montanha mais alta da União Europeia, e não esqueceu o concelho de Felgueiras.
Uma jornada de superação e orgulho: Nuno Cunha alcança o cume da montanha mais alta da União Europeia, e não esqueceu o concelho de Felgueiras.

No dia seguinte, os alpinistas partiram de madrugada em direção ao cume do Mont Blanc. Quando se encontravam a 4322 metros de altitude, a “montanha começou a ditar as suas próprias regras. O vento realmente intensificou-se, foi assustador. Mesmo com duas camadas de meias de alpinismo, as botas rígidas não eram capazes de impedir que o calor se dissipasse”. No entanto, a determinação e a paixão pela montanha impulsionaram Nuno e José a continuar. “A dor nos dedos das mãos era tanta que mal conseguia perceber o quão gelados realmente estavam. A partir deste momento, independentemente do cansaço físico, não podíamos mais parar. Mover o corpo era a única solução para manter o calor corporal”, relata Nuno Cunha.

Nesta fase, o objetivo estava quase a ser alcançado. “Apenas quatro alpinistas estavam à nossa frente, e consegui perceber que os dois primeiros já estavam a poucos metros do cume. Nesse momento, o meu relógio marcava quase 4700 metros, ou seja, estávamos a pouco mais de 100 metros de altitude do cume”, descreve Nuno Cunha.

Eram 6h02 da manhã, horário de Portugal, no dia 8 de agosto, quando os alpinistas chegaram ao cume. Nuno Cunha conta que “um longo abraço fez com que esquecêssemos, por breves momentos, o vento gelado. Uma mixórdia de sentimentos e pensamentos envolveu-nos, mas, na realidade, nem tivemos tempo para verdadeiramente processar o que havia acontecido”.

Esta conquista é um testemunho da determinação, coragem e paixão de Nuno Cunha e José Trindade. A sua jornada no Mont Blanc não foi apenas uma aventura pessoal, mas também uma celebração do espírito e orgulho felgueirense.

Facebook
Email
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

Recomendado Para si

OFERTAS DE EMPREGO

No Content Available

Pub

Breves de Felgueiras

Disponível no Google Play

Envolva-se com o Felgueiras Magazine

Subscreva a nossa Newsletter​

Receba semanalmente no seu endereço de e-mail as últimas notícias de Felgueiras e da região.

Envolva-se com o Felgueiras Magazine

1111

Subscreva a nossa Newsletter​

Receba semanalmente no seu endereço de e-mail as últimas notícias de Felgueiras e da região.

2222

Partilhe as suas ideias, dicas ou opiniões…

Ajude-nos a fazer um trabalho cada vez melhor!

33

Colabore com o Felgueiras Magazine

Gosta de escrever, ou de fotografia ou de vídeo...

44

Anuncie no Felgueiras Magazine

Para além de promover a sua empresa, ajuda este projeto, feito por felgueirenses para Felgueiras!

felgueiras magazine Logo

Pub

Sabia que o Felgueiras Magazine tem um departamento de Marketing Digital?

– Criamos o seu site ou Loja Online com Design Inovador
– Gestão de Redes Sociais para Ampliar Seu Alcance
– SEO para Posicionar Sua Marca no Google
– Design Gráfico Criativo que Capta Atenção
– Vídeo e Fotografia para Histórias Memoráveis

Pub

Sabia que o Felgueiras Magazine tem um departamento de Marketing Digital?

– Criamos o seu site ou Loja Online com Design Inovador
– Gestão de Redes Sociais para Ampliar Seu Alcance
– SEO para Posicionar Sua Marca no Google
– Design Gráfico Criativo que Capta Atenção
– Vídeo e Fotografia para Histórias Memoráveis